Será que todos nascem para empreender?
O artigo publicado pelo SEBRAE com título “10 características de um empreendedor e como adquiri-las”, afirma que muitos negócios abrem e fecham rapidamente por falta destas características.
São elas:
- Iniciativa e busca de oportunidades;
- Persistência;
- Cálculo de riscos;
- Preocupação com qualidade e eficiência;
- Comprometimento;
- Busca de informações;
- Estabelecimento de metas;
- Planejamento e monitoramento sistemáticos;
- Persuasão e rede de contatos; e
- Independência e autoconfiança.
Será que é algo que pode ser aprendido?
Acredita-se que algumas pessoas são mais predispostas que outras, mas algumas características podem sim ser desenvolvidas.
O empreendedor é alguém que coloca suas ideias em prática, mas não necessariamente precisa saber tudo e ter 100% destas características desenvolvidas, mas sempre buscar desenvolvê-las cada dia mais e de forma constante.
É preciso encontrar maneiras de aperfeiçoá-las por meio de estudo, mentores e práticas voltadas para este objetivo, são mudanças comportamentais que vão além do plano de negócios, dos planejamentos estratégicos pré-definidos.
Me conta aqui empreendedor quais destas características voce precisa desenvolver mais? E qual já está desenvolvida de forma satisfatória?
Outro dia, em um momento de descanso, estava assistindo um programa de TV que falava da história de alguns brinquedos e me chamou atenção o que se tratava do que conhecemos por aqui como “mola maluca”.
Este brinquedo foi criado ao acaso em 1943 pelo engenheiro Richard James quando projetava uma nova mola de tensão que manteria equipamentos eletrônicos seguros a bordo de navios da Marinha dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial. Ele esbarrou em uma das molas na sua mesa de trabalho e ela caiou fazendo aquele movimento característico do brinquedo. Richard tinha mente empreendedora e logo vislumbrou uma oportunidade, mas o caminho foi longo, primeiro ele precisou “vender” a ideia para a esposa Betty James que não aceitou de primeira, foi preciso ele fazer algumas melhorias para convencê-la a embarcar com ele neste sonho. Então eles tiveram que buscar um capital para a fabricação das primeiras unidades depois fazer com que algum comerciante aceitasse colocá-lo a venda o que eles chamaram de “Slinky”.
Datava 1945 em uma loja de departamento da Filadélfia quando as vendas deslancharam após o próprio Richard fazer ele mesmo a descontração de como o brinquedo funcionava atraindo compradores. Assim na década de 1950 o brinquedo tornou-se sensação.
Mas porque trago esta história aqui?
Ela descreve perfeitamente todas as etapas que passam quem quer empreender. Destaco de forma resumida: A Ideia, o capital, a produção, as vendas e o sucesso.
O sucesso não chega se uma destas etapas não estiver alinhadas.
O Brasil é um país de grandes ideias, mas a maioria já esbarra na falta de capital, sem falar que o conseguir investidores é quase impossível para quem começa do zero. Por exemplo um banco só libera recurso se voce tiver como comprovar faturamento, mas como comprovar se você nem começou ainda?
E desta forma é que tornar-se um empreendedor de sucesso é desafiador e para quem não tem capital próprio para começar torna-se ainda mais difícil. E assim com certeza grandes ideias não saem do projeto ou até mesmo da cabeça do idealizador.
No caso do Richard ele começou com bem pouco e foi bastante ousado, colocou a mão na massa e juntamente com a esposa construíram um grande patrimônio fabricando um brinquedo que podemos chamar até de “simples” mas que agradou crianças e adultos da época até os dias de hoje.
Você tem algum projeto que não conseguiu tirar do papel? Por qual razão? Conte aqui.
Infelizmente alguns empresários têm dificuldade de verificar como distribuir da melhor forma os custos e investimentos da empresa, sendo um dos custos mais caro e escasso é o próprio tempo dele! E é facilmente desperdiçado ou direcionado de forma inadequada.
Para empreender é preciso ter um olhar inovador: Estar sempre atendo as novas tendências, se destacar da concorrência, desenvolver a maior eficiência possível, diminuir custos, obter mais retorno e ainda ter uma equipe motivada.
Fácil?
Não!
Muito difícil.
Existem diversas formas das organizações conseguirem desenvolver, acompanhar e gerenciar tudo isso, mas afirmo não é de forma amadora, precisa profissionalismo, dedicação e constância.
Buscar ajuda para entender o que precisa ser feito é o primeiro passo para migrar do amadorismo para o profissionalismo e garantir o sucesso de uma empresa.
Procure seus parceiros estratégicos e solicite orientações, por aqui posso falar que todos os nossos clientes estão em crescimento porque romperam a barreira do amadorismo. Nós fazemos parte desta quebra de paradigmas auxiliando-os com a gestão financeira, levando os dados gerenciais necessários para a tomada de decisão de forma clara e rápida.
E quanto custa tudo isso? Pode custar muito menos do que continuar como está, existem diversas opções e forma de inovar, cada empresa, cada tipo de negócio deve encontrar o seu.
Quer dar o próximo passo? Fale conosco.
O significado literal de olhos vendados está relacionado com manter o que está vendado de saber o que se passa à sua volta, para onde se dirige, etc.
Já para a Deusa da Justiça os olhos vendados têm o significado de igualdade, olhar para todos sem distinção e preconceito.
Mas aqui vamos tratar do primeiro caso pois verificamos que muitos empresários não conseguem ver sozinhos o que está em sua volta e o que precisa ser melhorado, mantendo a mente vendada para o que realmente trará resultados positivos.
Alguns pagam por cursos que prometem ajudá-los a encontrar o caminho ou investem altos valores em consultores que da mesma forma vendem soluções milagrosas, deixando bem claro aqui que o objetivo não é desfazer dessas atividades, mas sim abordar que alguns buscam de forma equivocada este tipo de apoio para melhorar os resultados de seus negócios.
Nada adianta ter a melhor orientação se você não tiver quem a coloque em prática, o instrutor ou o consultor não irão desenvolver as atividades do dia a dia para a empresa, eles vão sim dar a direção (muitas vezes de forma genérica), mas colocar a mão na massa é mais difícil de acontecer.
Ou seja, a solução ideal é alinhar apoio especializado para a estratégia com o operacional. É fundamental ter uma equipe interna ou externa que consiga colocar em prática de forma contínua as melhorias que precisam ser implementadas, não dá para pensar que o fato de contratar um consultor especializado que tudo se resolverá, precisa ter processos e constância. E isso é considerado tão difícil de gerir quanto elaborar a estratégia, ou até mais complexo pois normalmente envolve diversos setores da empresa.
Abra seus olhos, retire a venda e veja: Se sua empresa tem uma estrutura enxuta você poderá contar com uma equipe externa para apoiá-lo com as necessidades diárias de registro e controles, seguindo a estratégia pré-determinada, conte com especialistas em gestão financeira e leve sua empresa para outro patamar.
Di Valore Gestão Financeira, trilhamos com você o caminho para o crescimento, terceirize seu setor financeiro.
O Brasil é um país de empreendedores corajosos e destemidos, se não fosse assim a situação seria ainda pior, pois as dificuldades enfrentadas são muitas, “jogo de cintura” é o que mais temos.
Mas o amadorismo leva muitas empresas à falência e isso não ocorre somente com os pequenos! Com os pequenos é mais fácil constatar e até mesmo de corrigir.
Veja um exemplo clássico: Empresário que mistura o dinheiro pessoal com o da empresa, consequência: Não conhece o verdadeiro resultado do seu negócio.
Não conhecer os reais números de um negócio é reflexo de uma gestão amadora, por menor que seja a empresa, é preciso ter o registro, o acompanhamento e o histórico dos dados.
E para ter estas informações é preciso organização e disciplina, mas nem sempre é dedicado tempo necessário para estes registros e a desorganização se estabelece.
Mas é possível crescer no amadorismo? Vai ser bem mais difícil e desgastante, isso podemos afirmar.
Existem soluções disponíveis em todas as áreas para ajudar os empresários a se desenvolverem e deixarem o amadorismo de lado, como por exemplo a terceirização de algumas operações como o marketing, contabilidade, recursos humanos, jurídico e o financeiro. Aqui na Di Valore somos especialistas em terceirização das operações financeiras, BPO financeiro.
Se quiser saber mais fale conosco, temos uma equipe altamente qualificada para atendê-los.
Divide-se os níveis de decisões em três grupos ou níveis: Estratégico, tático e operacional.
Para que o negócio ande bem todos os Níveis de decisão precisam funcionar alinhados e que não tenha desperdício de tempo, recursos e energia com a inversão de papéis entre os níveis.
Vamos as definições
Estratégico
Visão do negócio como um todo, normalmente esta função é desempenhada pelo dono. Neste nível são tomadas as decisões quanto aos novos investimentos, abertura de mercado, expansão, retração do negócio.
Tático
Quem leva a estratégias para execução, normalmente desempenhadas por gerentes ou coordenadores. Utiliza as informações estratégicas para os planejamentos das ações para aumento da receita, redução de custos, despesas, entre outros.
Operacional
Onde são executadas as ações! Representa quem produz as informações, normalmente desempenhada por analistas ou técnicos.
A centralização no empreendedor nos níveis de decisão, faz com que a empresa passe a depender fortemente dessa pessoa e isto pode limitar o crescimento do negócio.
É comum que a tomada de decisão em pequenos negócios não utilize rotinas, procedimentos e ferramentas sofisticadas e complexas. Tampouco, se espera que uma pequena empresa tenha processos burocratizados para a tomada de decisão, pois elas não possuem recursos para tornar os procedimentos tão complexos quanto de uma grande empresa.
Mas o desenvolvimento do empreendedor e a delegação das atividades é uma condição necessária para o sucesso duradouro da empresa. Por isso, o empreendedor deve avaliar quando é necessário modificar o estilo de liderança a fim de promover a evolução do negócio.
É considerado normal as pequenas empresas iniciarem desta forma, mas não é aconselhado se manter assim.
Algumas vezes, com a justificativa de economizar, por falta de orientação ou não se dar por conta do tamanho do erro, muitas pessoas que deveriam estar focadas nos níveis estratégico e tático acabam passando tempo produzindo, na área operacional.
Análise quais atividades podem ser delegadas, contrate profissionais especializados, principalmente nas áreas que não possui especialidade, fazer tudo sozinho irá comprometer o seu crescimento.
Na Di Valore somos especialistas em gestão financeira, registramos e organizamos a movimentação dos recursos, saiba para onde vai e de onde vem o seu dinheiro. Conte com profissionais especializados e tenha mais tempo para focar na estratégia do seu negócio.